O Victoria Pedretti Brasil é um fã-site dedicado à atriz norte-americana Victoria Pedretti, sendo a primeira e mais completa fonte de informações sobre a própria e estando no ar desde abril de 2020. Feito de fãs para fãs, o VPBR não possui fins lucrativos, tampouco mantém afiliações com Victoria ou sua equipe, amigos e familiares. O intuito do site é unicamente expandir o trabalho da Victoria, por meio da divulgação de notícias, projetos, entrevistas traduzidas, campanhas publicitárias, ensaios fotográficos e mais, além da atualização de uma galeria repleta de fotos em alta qualidade.

O site Kakuchuporei realizou uma entrevista exclusiva com Victoria Pedretti Henry Thomas, ambos integrantes do elenco de ‘A Maldição da Mansão Bly’. Confira a tradução:

Qual você acha que é a diferença mais significativa entre Nellie Crane em The Haunting of Hill House e Dani Clayton em The Haunting Of Bly Manor?

Victoria Pedretti: Quero dizer, mostre-me uma mulher que não está perturbada de alguma forma, mas também, a diferença mais significativa é que Nellie se sentia muito ligada à sua família, e eu vejo Dani como um tipo mais desajustado de personagem órfã que está meio que flutuando em busca de um família.

O showrunner Mike Flanagan mencionou anteriormente como The Haunting Of Bly Manor é uma “história de amor”. Em sua opinião, o que o torna uma “história de amor” ou um romance gótico?

Victoria Pedretti: Quer dizer, minha personagem se apaixona. Esse seria o principal motivo.

Henry Thomas: Meu personagem também tem uma história de amor, mas não funciona tão bem.

Victoria Pedretti: Sim, tenho duas histórias de amor. Uma delas termina muito mal e a outro também termina mal. Acontece que a série diz que sua história de amor vai acabar mal.

As coisas ficaram loucas nos últimos episódios. Quanto você sabia sobre as reviravoltas e revelações antes das filmagens?

Victoria Pedretti: Não me lembro. Eu sei que eu sabia os pontos principais maiores, com certeza, no início, mas os detalhes de como a história de amor se desenrola no episódio final, provavelmente não tão longe das filmagens. Eu senti como se tivéssemos sido bem claros sobre toda a história desde o início.

Henry Thomas: Sim, acho que tínhamos a maioria dos roteiros, mas acho que não tivemos os dois últimos roteiros por um ou dois meses, mas então, nós os recebemos. Não demorou muito e já havíamos conversado sobre o rumo da história.

Mas já estive em programas antes, onde obtemos os roteiros, tipo, na semana anterior ou alguns dias antes, e isso é muito frustrante. Então, estou feliz que tenhamos tido os scripts mais cedo.

Victoria Pedretti: Sim, recebi meu roteiro no dia seguinte.

Henry Thomas: Sim, isso não é divertido.

O que você procura em uma parte ou script? Como você decide qual será seu próximo projeto?

Victoria Pedretti: Alguém me oferece o emprego. Mas eu sou extremamente sortuda por ter tido a oportunidade de interpretar uma grande variedade de personagens, o que eu acho que é o que muitos atores desejam. Eu só espero que isso continue acontecendo. Eu sei que seria uma pena tocar a mesma coisa repetidamente.

Eu não escolhi nenhum desses projetos. Eu faço o teste e, se eu conseguir o papel, eu vou e ainda sou uma novata, você sabe. Acho que estou apenas começando a ser um pouco mais específica sobre o que faço para fazer o teste. Mas não, não estou recebendo ofertas de empregos. Não sou eu, *risos*.

Por que você acha que a relação entre Dani e Jamie em The Haunting Of Bly Manor consegue sobreviver a todo o caos e fantasmas?

Victoria Pedretti: Eu acho que é porque eles são muito abertos e honestos um com o outro. Eles criam muita segurança para se expressar um com o outro com clareza. Então, eles são capazes de se apoiar e apoiar uns aos outros. Eles também não estão tirando conclusões precipitadas um sobre o outro ou presumindo o pior. Acho que podemos nos desencaminhar muito simplesmente presumindo o pior das pessoas.

Na sua opinião, o que é mais assustador; Hill House ou Bly Manor?

Henry Thomas: Devo dizer que depende dos fãs e depende do que mais te assusta. Acho que existem alguns temas muito assustadores que estamos explorando em Bly Manor. Pode não ser o mesmo tipo de tema assustador que Hill House, mas é igualmente doloroso e assustador, eu acho.

Victoria Pedretti: Concordo com Henry. Acho que estamos explorando tipos e temas muito diferentes de formas de medo.

Fonte: Kakuchopurei

Tradução & Adaptação: Equipe VPBR




Fonte: W Magazine

Pedretti interpreta Dani, uma babá americana que impulsivamente se muda para Londres e responde a um anúncio nos jornais ingleses em busca de uma au pair em uma propriedade rural misteriosa chamada Bly Manor. É lá que ela conhece Flora e Miles, duas crianças britânicas agradáveis e precoces cujos pais faleceram recentemente. A babá antiga também faleceu misteriosamente e, ao conhecer as crianças, fica claro que eles ainda não superaram os ocorridos. Como já é de se esperar, tem mais coisa nessa história.

Se Hill House é essencialmente sobre os efeitos de traumas entre gerações e doenças mentais, então Bly Manor aborda um tema diferente: romance gótico e relacionamentos tóxicos. “A questão é que discutimos traumas e vícios nessa temporada também, e dificuldades familiares podem existir, mas foi adicionado um componente de uma história de amor gótica, meio trágica.” Pedretti explicou. “Eu acho que [Bly Manor] se aventura um pouco mais distante do intensamente real, se isso faz sentido. Ainda te atinge, mas porque não é tão estabelecido no mundo em que vivemos hoje – e também há muito romance envolvido”

Uma das maneiras pelas quais essa temporada foge um pouco do hiper-real e vai mais para o fantástico é por meio do uso das perspectivas das crianças. Há certo poder dado a Miles e Flora, e as vezes ele é tirado por forças misteriosas, mas no geral, é por meio os olhos e vozes deles que nós descobrimos o que realmente acontece na mansão Bly. E o que é mais sinistro que duas crianças que podem ver coisas que adultos não podem?

“Ver crianças passando por coisas difíceis ou agindo como adultos pode ser perturbador” Disse Pedretti. “Mas as crianças realmente agem como adultas porque são orientadas para isso quando não é permitido que sejam crianças. Crianças têm sabedoria e conhecimento e sabem demais. Acho que isso nos perturba porque fingimos que elas não têm essa enorme capacidade de entender o que está acontecendo no mundo ao redor delas.”

Bly Manor é inspirada pelas histórias de Henry James – especialmente The Turning of the Screw, publicada em 1898. Mas Pedretti disse que foi capaz de aprender mais sobre história e o mundo representado na tela por meio de Bly Manor ou outras adaptações da literatura Gótica. “A maior parte do meu entendimento sobre estilos de literatura vem de filmes.” Disse a atriz. “Eu tinha muita, muita dificuldade com leitura e tive dificuldade na escola por conta disso. Eu não ia bem na aula de história, mas aprendi muito sobre essa matéria por meio do cinema, o que inspirou os estudos. Eu acho que isso é o mais valioso: gerou um interesse. Me deu um lugar para me conectar e imaginar. Mas não acho que eu simplesmente parei por ali, seja qual for o assunto. Estando ou não apresentando um evento histórico que mudou o rumo da história, qualquer coisa sobre outra época pode te dar um exemplo de como seria viver em outra época e outro lugar.”

Como o trailer de Bly Manor nos mostra, as falas de Pedretti sobre crianças e suas ações são bem salientes. “Se você nega a realidade das crianças e diz a elas que não entendem, é um ótimo jeito de gerar traumas.” disse ela. “Acredito que a Dani realmente entende isso. De alguma forma nos anos 80 ela tinha intuído um nível de conversação que estamos tendo na psicologia hoje em dia. Ela é muito presente na vida das crianças. Não sei se vem ao caso, mas ela fala de uma maneira mais confortável e num nível adulto e maduro com as crianças do que com outros adultos. E ela sabe que adultos estão mais jogando um jogo e que se ela for si mesma com eles pode ser facilmente rejeitada, já que ela possui uma grande força. Então acredito que ela se diminui na frente de outros adultos porque é o jeito que ela aprendeu a sobreviver.”




Fonte: Rue Morgue

 

Após fazer um grande sucesso interpretando seu primeiro grande papel como Eleanor “Nell” Crain em ‘A Maldição da Residência Hill’ de Mike Flanagan, Victoria Pedretti retornou para assumir um papel mais desafiador e central na sequência, ‘A Maldição da Mansão Bly’, que irá estrear mês que vem na Netflix. Victoria estrela como Dani Clayton (em homenagem ao diretor de ‘The Innocents’, de 1961, Jack Clayton), uma americana que aceita o cargo de governanta para duas crianças preciosas (Amelie Bea Smith, Benjamin Evan Ainsworth) no estado epônimo do lado inglês do país. Mas nem tudo é o que parece ser na mansão e, conforme séculos de segredos sombrios de amor e perdas surgem, Dani se encontra ameaçada pelo poder estranho de Bly. Construída com a base da celebrada novela de Henry James de 1898, ‘The Turn Of The Screw’, com outras histórias da obra de arte do autor (incluindo ‘The Jolly Corner’ e ‘The Romance of Certain Old Clothes), o sentido de Flanagan concebeu ‘A Maldição da Mansão Bly’ como um romance gótico no sentido clássico, remodelado para um cenário de 1980. Rue Morgan sentou com Victoria Pedretti para discutir seu florescente status de protagonista, como é dividir tanto tempo de tela com atores adolescentes e porque o coração humano da ‘Mansão Bly’ é tão diferente do da ‘Residência Hill’.

Você definitivamente está se tornando tipo um nome familiar para os fãs de terror. Este é o tipo de trabalho que você naturalmente se sente atraída ou é apenas circunstancial?
É uma coincidência total. Eu cresci não gostando de forma alguma de filmes de terror. Eu acho que eu apenas não fui exposta para as coisas certas. Eu também achava que eu não gostava de tomates, mas eu nunca tinha comido um tomate decente. Sabe o que eu quero dizer? (Risos) É uma coincidência total. Há algo particularmente interessante que eu acho que encontrei ao ter que levar a si mesma a imaginar coisas que não existem.

Você acredita no sobrenatural?
Sim, eu sou uma atriz. Eu acho que eu preciso acreditar em mágica e no sobrenatural e ter uma imaginação forte. Sim, por quê não?

A sua performance como Nell em ‘A Maldição da Residência Hill’ foi altamente elogiada. Quais tipos de desafios o seu novo papel em Mansão Bly apresentaram em contraste ao primeiro?
Tantos. Apenas no caso de estamina de atuação. Quer dizer, eu simplesmente estou tão mais presente nesta temporada. Esta personagem, o arco dela é muito mais… É simplesmente mais longo. Há muito mais para se interpretar. Ela é muito apresentacional com os adultos, não com as crianças. Eu acho que com as crianças, essas cenas foram mais fáceis porque eu simplesmente podia falar com eles. Ela anda com um medo e com essa atitude apresentacional de rapidez… Eu achei esta a parte mais exaustiva. É muito mais difícil se apresentar como mais feliz e agradável do que você é, eu acho, do que é fingir que está brava ou triste quando você está de bom humor. Interpretar tristeza não me deixa triste, se isto faz sentido. Apresentar felicidade quando eu não estou me sentindo feliz por dentro é cansativo.

Os dois personagens não poderiam ser mais diferentes. Eu acho que é um trabalho muito impressionante, porque, para ser sincero, eu nem te reconheci quando eu comecei a assistir ‘Mansão Bly’.
Este sempre foi o meu sonho. Os atores nos quais eu me inspiro são os que desaparecem nos papéis deles. Eu sei que eu posso fazer melhor. É uma jornada vitalícia para qual eu estou me dedicando. Isso significa tudo para mim. Eles nem sequer oferecem a oportunidade de fazer isto. Nem todo mundo tem tanta sorte. Nós todos definitivamente deveríamos ter a oportunidade como atores, se nós quisermos isso, de poder assumir riscos e fazer coisas que são diferentes do que nós já fizemos antes.

‘The Turn of the Screw’ de Henry James é uma história familiarizada com tantas adaptações. Como atriz, você lê o livro ou assiste versões de filme ao construir esta personagem ou você tenta evitar essa influência externa?
Eu evito. Eu acho que serve apenas para confudir. Eu acho que um personagem precisa ser único ao roteiro que ele está oferecendo a história. Eu não quero tentar imitar o que outras pessoas fizeram. A essência desta série, ainda que similar, muito parecida com ‘Residência Hill’, é uma partida do original por diversos motivos. Até mesmo por se passar nos anos 80. Há tantas coisas que são diferentes que eu acho (devo) realmente simplesmente trabalhar contra e tentar incorporar coisas para o bem da série, ao invés de simplesmente contar esta história.




Fonte: GMA Network

 

As estrelas de ‘A Maldição da Residência Hill’, Victoria Pedretti e Henry Thomas, admitiram que houve pressão ao fazer a sequência da série, ‘A Maldição da Mansão Bly’.

Durante uma entrevista com a imprensa, incluindo o GMA News Online, Victoria e Henry disseram que eles sentiram a pressão especialmente dos fãs que tinham espectativas após a performance além do esperada em ‘A Maldição da Residência Hill’.

“Eu acho que houve muita pressão na segunda temporada. Na série, você quer fazer jus às expectativas e talvez você queira até exceder essas expectativas ou subverter completamente essas expectativas,” Victoria disse à imprensa.

Victoria disse que o elenco e a equipe certamente “não quer entediar as pessoas e você não quer decepcioná-los, então há muita pressão ali.”




Fonte: The Hollywood Reporter

Durante os últimos anos, o The Hollywood Reporter reuniu 30 dos atores coadjuvantes mais talentosos da televisão para uma sessão fotográfica. Mas com o COVID-19 revirando o mundo e a indústria de ponta a cabeça, a matéria de ator coadjuvante será um pouquinho diferente. Então, ao invés de um ensaio fotográfico em grupo, estes 30 atores foram requisitados para tirar uma selfie, capturando si mesmos em suas novas realidades. Depois, eles falaram com a THR sobre suas performances memoráveis do último ano, incluindo sobre como eles se identificaram com os seus personagens (e não), como estaria o seu personagem durante a quarentena e o momento que mais o deixou orgulhoso no set.

Victoria Pedretti

Como eu me identifico com a minha personagem?
Eu sou extremamente leal e romântica. Eu não sou grande fã de coisas monótonas. Eu gosto de aventuras e de um grande amor, expressar este amor seja em um relacionamento romântico ou com seus amigos. Eu acho que há algo romântico em tudo isto.

E como eu não me identifico?
Eu não mato pessoas. E eu gosto mais de cozinhar do que de assar, eu preciso dizer.

Colega de elenco que mais te apoiou:
Eu aprendi muito com o Penn Badgley, o enchi de perguntas, esta foi a maior responsabilidade que eu já tive em uma produção. Foi o meu segundo grande trabalho.

Sobre obras artesanais:
Frequentemente eu preparava para mim mesma um bagel com cream cheese e salmão para o café da manhã e almoço e potencialmente jantar.

Eu não acredito que eu fiz isto:
Comer 12 donuts para filmar uma cena em que eu estava comendo donuts.




Fonte: TV Guide

‘A Maldição da Residência Hill’ foi mais do que uma série comum de uma casa assombrada. Baseada no romance de Shirley Jackson de 1959 de mesmo nome, a série da Netflix entregou cenas memoravelmente assustadoras e alguns pulos de sustos horrorizantes. No entenda, a coisa realmente arrepiante sobre a série da Netflix foi a sua habilidade de mistura perfeita de emoções sobrenaturais com explorações bem pensadas de traumas de infância, luto, vício e estreitamento de relacionamentos familiares.

Após o sucesso da Residência Hill, o criador Mike Flanagan decidiu renovar sua série estranha e transformar em uma antologia, chamada ‘A Maldição’. A segunda temporada, chamada de ‘A Maldição da Mansão Bly’, irá traçar sua inspiração primária do clássico livro de terror de Henry James, de 1898, ‘The Turn of the Screw’.

O livro por trás de ‘A Maldição da Mansão Bly’ prova que vai ser tão assustador quanto à ‘Residência Hill’.

Baseado apenas na fonte material, nós podemos inferir que a segunda temporada de ‘A Maldição’ será tão assustadora e inteligente quando a ‘Residência Hill’ era. Vamos dar uma olhada em tudo que nós sabemos até então sobre ‘A Maldição da Mansão Bly’ até então.

Vai chegar em 2020. Apesar de não termos uma data exata anunciada ainda, ‘A Maldição da Mansão Hill’ está prevista para estrear na Netflix algum dia de 2020. Mike Flanagan tweetou em Abril que a data de lançamento da ‘Mansão Bly’ não deve ser afetada pela pandemia do coronavírus, já que as gravações haviam se encerrado antes do confinamento. A ‘Residência Hill’ estreou em outubro de 2028 e, apesar de nada ter sido confirmado pela Netflix, nós devemos esperar que a ‘Mansão Blay’ siga o exemplo e estreie em outubro.

Será a adaptação de várias histórias de Henry James. Quando a Netflix anunciou que a segunda temporada chamaria ‘A Maldição da Mansão Bly’, ficou claro que o livro de James, ‘The Turn Of the Screw’ – sobre uma governanta cuidando de duas crianças em uma potencial propriedade rural assombrada – seria uma grande influência na temporada. No entanto, a ‘Mansão Bly’ não irá basear-se apenas em ‘The Turn of the Screw’ e na verdade irá incorporar elementos de várias histórias de fantasmas de James.

“O que eu tenho acesso, que nenhuma outra adaptação de ‘The Turn of The Screw’ tem é o resto das histórias de fantasmas do Henry James. Eu pude usar todas elas,” Flanagan disse à Games Radar. “‘The Turn of The Screw’ já foi adaptada tantas vezes. Nós sabemos que encaixa perfeitamente em um formato de filme. Nós estamos fazendo uma temporada inteira de televisão. ‘The Turn Of the Screw’ é apenas uma da dúzia de histórias que nós estamos contando. Todas do Henry James; todas tematicamente conectadas.”

“Eu penso em ‘The Turn of The Screw’ como a espinha dorsal desta temporada – a linha tênue que nos carrega do começo ao fim. Mas nós temos a oportunidade ir para ‘The Jolly Corner’ e ‘The Romance of Certain Old Clothes’ e tantos outros dessas maravilhosas histórias de terror que as pessoas ainda não viram adaptadas antes,” ele continua. “É tudo amarrado em o que aparenta ser familiar, mas a familiaridade vai embora bem cedo, no primeiro episódio. Ela diz ‘Nós vamos seguir um caminho completamente diferente.’”

Algumas estrelas da ‘Residência Hill’ irão voltar para a segunda temporada. A ‘Mansão Bly’ está se moldando para ser uma reunião da família Crain da ‘Residência Hill’. Victoria Pedretti e Oliver Jackson-Cohen, que interpretaram os gêmeos problemáticos Nell e Luke Crail em ‘Residência Hill’, ambos embarcaram na ‘Mansão Bly’. Juntamente com eles também está Kate Siegel, que interpretou a irmã do meio Theo Crain, e Henry Thomas, que interpretou o patriarca dos Crain, Hugh. Catherine Parker, que interpretou Poppy Hill, também entrou para o elenco.

Na nova temporada, Victoria Pedretti irá interpretar a governanta, Dani, que é encarregada de cuidar de duas “crianças muito peculiares”.

Oliver Jackson-Cohen irá interpretar Peter, “um companheiro charmoso” que mora na mesma propriedade e deixa “a vida muito difícil” para todos à sua volta, de acordo com o ator. (E se você leu ‘The Turn of The Screw’, você deve ter uma idea de que tipos de problema o Peter pode causar.)

Os papéis de Siegel, Thomas e Parker em ‘Mansão Bly’ ainda estão sendo mantidos em segredo. Carla Gugino, que estrelou como Olivia Crain na ‘Residência Hill’ também deu a dica de que ela estaria interessada em voltar para a ‘Mansão Bly’, mas nada foi anunciado ainda.

Novos rostos entraram para o elenco, o favorito de iZombie, Rahul Kohli, se juntou à ‘Mansão Bly’ com o papel regular. De acordo com o Deadline, o personagem de Kohli é descrito como “um cara de cidade pequena com uma mentalidade mundana, que voltou para o campo para cuidar de sua mãe doente.”

T’Nia Miller (Years and Years), Amelia Eve, e os jovens atores Amelie Smith e Benjamin Ainsworth também foram adicionados ao elenco. Smith e Ainsworth, respectivamente, interpretam Flora e Miles, as crianças sob os cuidados da governanta de Victoria, Dani. Os papéis de Miller e Eve ainda não foram anunciados.

Vai ser “mais assustador” do que ‘Residência Hill’. Enquanto ‘Hill House’ geralmente manteve o fator susto no mínimo, parece que a ‘Mansão Bly’ elevará o nível de assustador um pouco mais – e até contém algumas surpresas para quem é familiarizado com o trabalho de Henry James. Flanagan disse ao Birth.Movies.Death que “Nós estamos olhando todas as histórias de terror do Henry James como o ponto de partida para esta temporada, então é praticamente uma coisa completamente diferente. É uma forma legal de expandir algumas das coisas que eu amei na primeira temporada, mas com a estrutura de uma história completamente diferente, sem ficar restrito às decisões que nós tomamos da última vez. Para os fãs do Henry James, vai ser bem feroz, e para as pessoas que não estão familiarizadas com o trabalho dele, vai ser inacreditavelmente assustador. Eu já acho que é muito mais assustadora do que a primeira temporada, então eu estou muito empolgado.”

Prepare-se para encontrar mais fantasmas escondidos na segunda temporada. Um dos aspetos mais empolgantes de ‘A Maldição da Residência Hill’ foi o fato de que os fãs podiam assistir e reassistir cenas após cenas para encontrar todos os fantasmas escondidos durante a série e Flanagan disse um jogo de fantasmas parecido está presente em ‘Mansão Bly’.

“Isto faz parte do DNA de ‘A Maldição’ para mim – essa abordagem velha guarda dos fantasmas,” ele disse ao Birth.Movies.Death. “Em particular, nós estamos nos divertindo muito falando sobre como tirar algumas das ideias da primeira temporada sobre fantasmas escondidos e coisas como esta e encontrar novos espaços para eles nesta temporada. Será o mesmo tipo de história e nós trataremos os fantasmas praticamente da mesma forma.”




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