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A segunda temporada de You foi muito mais chocante do que a primeira. O que diz muito, considerando a ginástica mental que Joe Goldberg (Penn Badgley) fez e ainda matou várias pessoas, incluindo Beck. Mas a verdadeira virada de jogo na 2ª temporada foi Love Quinn e sua família. Ela trouxe uma reviravolta enorme que certamente terá mais repercussões na terceira temporada.

E quanto à próxima temporada, Pedretti compartilhou que a história parece muito boa.

Love Quinn tem muito que lidar após a segunda temporada

No final da segunda temporada, Love matou não apenas Candace, mas Delilah também. Isso foi depois que Joe se convenceu de que fez isso em uma névoa movida pelo LSD. Isso, ironicamente, não é um bom presságio para Joe, que está totalmente desligado de Love naquele ponto. Ou pelo menos enquanto ele está na caixa e antes de descobrir que Love está grávida.

Então Forty, irmão gêmeo de Love, é morto por Fincher, amigo policial de Delilah. Então, indo para a 3ª temporada, os fãs vão ver como a dinâmica de Joe e Love muda agora que todos os seus esqueletos estão (literalmente) expostos. E os telespectadores verão como Love lida sem sua irmã gêmea.

“Acho que, até agora, ela tem uma tendência de lidar muito bem – externamente, ela lida muito bem com muitas das coisas que experimentou em sua vida”, disse Pedretti à Glamour em dezembro sobre como ela poderia lidar com  a morte de Forty. “Eu acho que vai ser devastador. Ele estava conectado a ela. Eles são parte um do outro. Luto é luto. ”

E Pedretti ficou um pouco irritada porque Joe rejeitou Love assim depois de tudo que ele fez e tudo que eles passaram.

“Joe recebeu muito mais do que merece”, disse Pedretti à MTV. “Ele tem uma parceira amorosa e incrível que o protege profundamente. E ela pode ser louca por conta própria, mas ela não é pior do que ele. Então, eles realmente poderiam ter sido ótimos.”

A 3ª temporada é ‘selvagem pra c*ralho’ e ‘mais forte’ do que a última

Então, o que a terceira temporada reserva para Love e Joe e sua filhinha (talvez?)? Nada de concreto ainda, ou pelo menos nada que Pedretti pudesse compartilhar com a NBC News em sua entrevista de 29 de outubro com ela. Mas ela disse: “É selvagem pra c*raljo.”

Ela disse a Collider no início de outubro que eles estão conversando e “na ponta dos pés” para iniciar a produção da 3ª temporada. Mas agora parece que ela viu um roteiro ou pelo menos ouviu um arco mais concreto para o futuro de Love.

“Pessoalmente, acho que já está mais forte do que na temporada passada”, disse ela à NBC News. “É tudo o que eu esperava ao imaginar um mundo em que Joe e Love pudessem ser realmente confrontados consigo mesmos, e isso cria muito espaço para tanta tragédia e hilaridade, e estou tão empolgada.”

Pedretti não foi informada sobre a grande reviravolta matadora de Love no início das filmagens da 2ª temporada, então, quem sabe o que realmente está reservado para os Quinns e Joe restantes.

“Acho que aprendi bem cedo que não posso prever nada com esse show, então estou pronta para ficar maravilhada”, disse ela à Glamour.

A 3ª temporada de ‘You’ não envolve um final feliz para Love e Joe (provavelmente)

Mais uma vez, Pedretti ficou desapontada ao saber como Joe reagiu ao assassinato e conspiração de Love. Porque, veja bem, enquanto Joe pensava que estava espionando e perseguindo Love, Love estava certa sobre ele também.

Ela disse à MTV que estava “desapontada” por eles nunca terem um “felizes para sempre”. Ou o quão perto de um final “feliz” que Joe Goldberg poderia ter. Mas, infelizmente.

“Seria muito melhor para a alma se pudéssemos ter uma verdadeira história de amor”, disse Pedretti. “Não é isso que o show é.”

A Temporada 3 de You está marcada para 2021 na Netflix.

Fonte: Cheatseet

Tradução & Adaptação: Equipe VPBR




Victoria Pedretti é uma das estrelas do curta “This is Not a Love Letter”, que apresenta uma mulher recitando um poema contando sua experiência após ter um aborto para suas amigas. Segundo a diretora, as reações são 100% autênticas. O curta estará disponível no YouTube no próximo sábado, 24/10. Não percam!

[2020] THIS IS NOT A LOVE LETTER > STILLS

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Fonte: Rue Morgue

 

Após fazer um grande sucesso interpretando seu primeiro grande papel como Eleanor “Nell” Crain em ‘A Maldição da Residência Hill’ de Mike Flanagan, Victoria Pedretti retornou para assumir um papel mais desafiador e central na sequência, ‘A Maldição da Mansão Bly’, que irá estrear mês que vem na Netflix. Victoria estrela como Dani Clayton (em homenagem ao diretor de ‘The Innocents’, de 1961, Jack Clayton), uma americana que aceita o cargo de governanta para duas crianças preciosas (Amelie Bea Smith, Benjamin Evan Ainsworth) no estado epônimo do lado inglês do país. Mas nem tudo é o que parece ser na mansão e, conforme séculos de segredos sombrios de amor e perdas surgem, Dani se encontra ameaçada pelo poder estranho de Bly. Construída com a base da celebrada novela de Henry James de 1898, ‘The Turn Of The Screw’, com outras histórias da obra de arte do autor (incluindo ‘The Jolly Corner’ e ‘The Romance of Certain Old Clothes), o sentido de Flanagan concebeu ‘A Maldição da Mansão Bly’ como um romance gótico no sentido clássico, remodelado para um cenário de 1980. Rue Morgan sentou com Victoria Pedretti para discutir seu florescente status de protagonista, como é dividir tanto tempo de tela com atores adolescentes e porque o coração humano da ‘Mansão Bly’ é tão diferente do da ‘Residência Hill’.

Você definitivamente está se tornando tipo um nome familiar para os fãs de terror. Este é o tipo de trabalho que você naturalmente se sente atraída ou é apenas circunstancial?
É uma coincidência total. Eu cresci não gostando de forma alguma de filmes de terror. Eu acho que eu apenas não fui exposta para as coisas certas. Eu também achava que eu não gostava de tomates, mas eu nunca tinha comido um tomate decente. Sabe o que eu quero dizer? (Risos) É uma coincidência total. Há algo particularmente interessante que eu acho que encontrei ao ter que levar a si mesma a imaginar coisas que não existem.

Você acredita no sobrenatural?
Sim, eu sou uma atriz. Eu acho que eu preciso acreditar em mágica e no sobrenatural e ter uma imaginação forte. Sim, por quê não?

A sua performance como Nell em ‘A Maldição da Residência Hill’ foi altamente elogiada. Quais tipos de desafios o seu novo papel em Mansão Bly apresentaram em contraste ao primeiro?
Tantos. Apenas no caso de estamina de atuação. Quer dizer, eu simplesmente estou tão mais presente nesta temporada. Esta personagem, o arco dela é muito mais… É simplesmente mais longo. Há muito mais para se interpretar. Ela é muito apresentacional com os adultos, não com as crianças. Eu acho que com as crianças, essas cenas foram mais fáceis porque eu simplesmente podia falar com eles. Ela anda com um medo e com essa atitude apresentacional de rapidez… Eu achei esta a parte mais exaustiva. É muito mais difícil se apresentar como mais feliz e agradável do que você é, eu acho, do que é fingir que está brava ou triste quando você está de bom humor. Interpretar tristeza não me deixa triste, se isto faz sentido. Apresentar felicidade quando eu não estou me sentindo feliz por dentro é cansativo.

Os dois personagens não poderiam ser mais diferentes. Eu acho que é um trabalho muito impressionante, porque, para ser sincero, eu nem te reconheci quando eu comecei a assistir ‘Mansão Bly’.
Este sempre foi o meu sonho. Os atores nos quais eu me inspiro são os que desaparecem nos papéis deles. Eu sei que eu posso fazer melhor. É uma jornada vitalícia para qual eu estou me dedicando. Isso significa tudo para mim. Eles nem sequer oferecem a oportunidade de fazer isto. Nem todo mundo tem tanta sorte. Nós todos definitivamente deveríamos ter a oportunidade como atores, se nós quisermos isso, de poder assumir riscos e fazer coisas que são diferentes do que nós já fizemos antes.

‘The Turn of the Screw’ de Henry James é uma história familiarizada com tantas adaptações. Como atriz, você lê o livro ou assiste versões de filme ao construir esta personagem ou você tenta evitar essa influência externa?
Eu evito. Eu acho que serve apenas para confudir. Eu acho que um personagem precisa ser único ao roteiro que ele está oferecendo a história. Eu não quero tentar imitar o que outras pessoas fizeram. A essência desta série, ainda que similar, muito parecida com ‘Residência Hill’, é uma partida do original por diversos motivos. Até mesmo por se passar nos anos 80. Há tantas coisas que são diferentes que eu acho (devo) realmente simplesmente trabalhar contra e tentar incorporar coisas para o bem da série, ao invés de simplesmente contar esta história.




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