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Fonte: Rue Morgue

 

Após fazer um grande sucesso interpretando seu primeiro grande papel como Eleanor “Nell” Crain em ‘A Maldição da Residência Hill’ de Mike Flanagan, Victoria Pedretti retornou para assumir um papel mais desafiador e central na sequência, ‘A Maldição da Mansão Bly’, que irá estrear mês que vem na Netflix. Victoria estrela como Dani Clayton (em homenagem ao diretor de ‘The Innocents’, de 1961, Jack Clayton), uma americana que aceita o cargo de governanta para duas crianças preciosas (Amelie Bea Smith, Benjamin Evan Ainsworth) no estado epônimo do lado inglês do país. Mas nem tudo é o que parece ser na mansão e, conforme séculos de segredos sombrios de amor e perdas surgem, Dani se encontra ameaçada pelo poder estranho de Bly. Construída com a base da celebrada novela de Henry James de 1898, ‘The Turn Of The Screw’, com outras histórias da obra de arte do autor (incluindo ‘The Jolly Corner’ e ‘The Romance of Certain Old Clothes), o sentido de Flanagan concebeu ‘A Maldição da Mansão Bly’ como um romance gótico no sentido clássico, remodelado para um cenário de 1980. Rue Morgan sentou com Victoria Pedretti para discutir seu florescente status de protagonista, como é dividir tanto tempo de tela com atores adolescentes e porque o coração humano da ‘Mansão Bly’ é tão diferente do da ‘Residência Hill’.

Você definitivamente está se tornando tipo um nome familiar para os fãs de terror. Este é o tipo de trabalho que você naturalmente se sente atraída ou é apenas circunstancial?
É uma coincidência total. Eu cresci não gostando de forma alguma de filmes de terror. Eu acho que eu apenas não fui exposta para as coisas certas. Eu também achava que eu não gostava de tomates, mas eu nunca tinha comido um tomate decente. Sabe o que eu quero dizer? (Risos) É uma coincidência total. Há algo particularmente interessante que eu acho que encontrei ao ter que levar a si mesma a imaginar coisas que não existem.

Você acredita no sobrenatural?
Sim, eu sou uma atriz. Eu acho que eu preciso acreditar em mágica e no sobrenatural e ter uma imaginação forte. Sim, por quê não?

A sua performance como Nell em ‘A Maldição da Residência Hill’ foi altamente elogiada. Quais tipos de desafios o seu novo papel em Mansão Bly apresentaram em contraste ao primeiro?
Tantos. Apenas no caso de estamina de atuação. Quer dizer, eu simplesmente estou tão mais presente nesta temporada. Esta personagem, o arco dela é muito mais… É simplesmente mais longo. Há muito mais para se interpretar. Ela é muito apresentacional com os adultos, não com as crianças. Eu acho que com as crianças, essas cenas foram mais fáceis porque eu simplesmente podia falar com eles. Ela anda com um medo e com essa atitude apresentacional de rapidez… Eu achei esta a parte mais exaustiva. É muito mais difícil se apresentar como mais feliz e agradável do que você é, eu acho, do que é fingir que está brava ou triste quando você está de bom humor. Interpretar tristeza não me deixa triste, se isto faz sentido. Apresentar felicidade quando eu não estou me sentindo feliz por dentro é cansativo.

Os dois personagens não poderiam ser mais diferentes. Eu acho que é um trabalho muito impressionante, porque, para ser sincero, eu nem te reconheci quando eu comecei a assistir ‘Mansão Bly’.
Este sempre foi o meu sonho. Os atores nos quais eu me inspiro são os que desaparecem nos papéis deles. Eu sei que eu posso fazer melhor. É uma jornada vitalícia para qual eu estou me dedicando. Isso significa tudo para mim. Eles nem sequer oferecem a oportunidade de fazer isto. Nem todo mundo tem tanta sorte. Nós todos definitivamente deveríamos ter a oportunidade como atores, se nós quisermos isso, de poder assumir riscos e fazer coisas que são diferentes do que nós já fizemos antes.

‘The Turn of the Screw’ de Henry James é uma história familiarizada com tantas adaptações. Como atriz, você lê o livro ou assiste versões de filme ao construir esta personagem ou você tenta evitar essa influência externa?
Eu evito. Eu acho que serve apenas para confudir. Eu acho que um personagem precisa ser único ao roteiro que ele está oferecendo a história. Eu não quero tentar imitar o que outras pessoas fizeram. A essência desta série, ainda que similar, muito parecida com ‘Residência Hill’, é uma partida do original por diversos motivos. Até mesmo por se passar nos anos 80. Há tantas coisas que são diferentes que eu acho (devo) realmente simplesmente trabalhar contra e tentar incorporar coisas para o bem da série, ao invés de simplesmente contar esta história.

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